Seu patrimônio. Um plano para o futuro.
Quem vai administrar seus bens? Como organizar a sucessão? O que muda com a reforma tributária? A BZQ reúne Direito Tributário, Empresarial e Sucessório para transformar essas perguntas em um planejamento alinhado à sua família. Atendimento em todo o Brasil, com unidades em Joinville e Salvador.
O que é uma holding familiar?
A holding familiar é uma sociedade que pode reunir bens e participações empresariais e estabelecer regras para gestão e sucessão. Seu valor está no planejamento: organizar receitas, definir quem decide e estudar a transmissão de quotas, preservando os direitos dos envolvidos.
Reforma tributária: por que revisar agora?
Imóveis e aluguéis: a transição do IBS/CBS começou em 2026. As regras específicas da LC 214/2025 exigem revisar operações, contratos e projeções. O impacto depende da atividade e do enquadramento; abrir uma holding não garante economia.
Doações e sucessão: a LC 227/2026 prevê ITCMD progressivo e critérios de avaliação de quotas. A análise deve considerar valor de mercado, legislação estadual e vigência aplicável a cada transmissão.
Antecipar a análise permite comparar cenários antes de doar, vender ou transferir bens. Reunir documentos, avaliar custos e alinhar decisões familiares exige tempo. Não há um prazo único nacional para constituir uma holding.
Para quem faz sentido
Famílias com imóveis, aluguéis ou participações em empresas, assim como quem já tem holding e precisa revisá-la. A BZQ compara estrutura, custos, tributos e objetivos antes de recomendar o caminho. O primeiro passo é entender seu cenário.
Dúvidas sobre holding familiar
Já tenho uma holding. Preciso rever o planejamento?
A revisão é relevante quando mudam a legislação, os bens, as receitas ou a composição familiar. A reforma exige reavaliar premissas tributárias e sucessórias. Uma estrutura existente não fica automaticamente protegida de novas regras; contratos, enquadramento e custos precisam ser examinados.
A holding elimina o inventário?
A constituição da empresa, sozinha, não elimina o inventário. Quotas e outros bens que permaneçam em nome da pessoa falecida podem integrar a sucessão. A transmissão em vida exige planejamento próprio, respeito aos direitos dos herdeiros e avaliação dos tributos e registros envolvidos.
Vou perder o controle dos bens?
É possível estudar regras de administração, voto e usufruto compatíveis com os objetivos da família. Esses direitos dependem dos instrumentos adotados. Quando um bem é transferido à sociedade, ele passa a integrar o patrimônio dela, o que exige cuidado com sua gestão e documentação.
Como saber se a holding faz sentido financeiramente?
Comparamos a manutenção dos bens na pessoa física com a estrutura societária: transferência, tributação das receitas, venda, sucessão e custos recorrentes. A projeção considera a transição do IBS/CBS e os demais tributos aplicáveis. Economia e isenções dependem do caso; não são benefícios automáticos.
A estrutura torna o patrimônio imune a dívidas?
Não. A holding não é um mecanismo de blindagem absoluta. Obrigações legítimas, garantias e direitos de terceiros precisam ser considerados. Fraude, abuso e confusão entre o patrimônio pessoal e o da sociedade podem comprometer a estrutura.
Posso criar uma holding com apenas um imóvel?
Essa possibilidade deve ser avaliada, mas a quantidade de bens não define a conveniência. Custos, receitas, situação familiar e objetivos podem indicar uma solução diferente. A recomendação nasce da comparação entre alternativas.
Quanto custa e quanto tempo leva?
O escopo, os honorários e as despesas são definidos após conhecer o patrimônio e os objetivos. Documentação, avaliações e registros influenciam o cronograma. Começar pela análise permite decidir com antecedência e saber o que está incluído antes de implementar a estrutura.
Como estruturamos sua holding
1. Diagnóstico patrimonial e familiar
Entendemos os objetivos da família, os bens, as participações empresariais, as receitas e as obrigações existentes. Identificamos os pontos de atenção na gestão e na sucessão.
2. Estudo de viabilidade e alternativas
Comparamos os cenários da pessoa física e da holding, os custos recorrentes e os efeitos da reforma tributária. A família recebe uma análise para decidir com clareza, inclusive quando outra solução for mais adequada.
3. Desenho das regras e dos instrumentos
Definimos a estrutura societária, a administração e as regras entre sócios. Conforme o projeto, elaboramos contrato social, acordo de sócios e instrumentos de transmissão de quotas, observados os limites legais.
4. Implementação e orientação
Conduzimos os atos e registros previstos no escopo contratado, em alinhamento com a contabilidade. Orientamos a família sobre a rotina societária e os cuidados necessários à manutenção da estrutura.
Documentos para a análise inicial
Relação dos bens e das participações; matrículas de imóveis; contratos sociais; informações sobre receitas, dívidas e garantias; documentos pessoais e dados sobre o regime de bens dos envolvidos. Doações, testamentos e acordos anteriores também devem ser considerados. A equipe orientará o envio pelos canais apropriados.
Planeje com uma visão integrada
O planejamento começa com uma conversa sobre seus bens, sua família e suas prioridades. A partir dela, definimos quais informações analisar e apresentamos o escopo do trabalho. Você entende as etapas antes de decidir pela implementação.
Conteúdo atualizado em setembro de 2026. Análise individual conforme a legislação aplicável. Referências: LC 214/2025, LC 227/2026, orientações da Receita Federal para 2026 e Código Civil brasileiro.
Conheça a equipe que acompanha seu projeto

Livio Zaro
OAB/SC 49.235
Atuação em Direito de Família e Sucessões, com foco nas relações familiares e na organização sucessória.
Formação: Direito pela Faculdade Guilherme Guimbala (2013).
Integrante da Comissão de Direito da Família e Sucessões da OAB/SC de Joinville.

Luís Henrique Zaro Queiroz
OAB/BA 63.684 • OAB/SC 73.125-A
Atuação em Direito Tributário e Empresarial, planejamento tributário e estruturação societária e patrimonial.
Formação: Direito pela Faculdade Baiana de Direito e Gestão (2019); pós-graduação em Direito Tributário pela Faculdade Baiana de Direito (2020).
MBA em Direito Empresarial: Gestão e Business Law pela FGV (2021).

Gabriel Bellan Zaro
OAB/SC 57.620
Atuação em Direito Tributário e de Família, com formação em recuperação de créditos tributários.
Formação: Direito (2018) e especialização em Direito Tributário e Contábil (2020) pela Católica de Santa Catarina; especialização em Recuperação de Créditos Tributários pelo Instituto Brasileiro de Direito (2022).
Presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB/SC de Joinville.
